O que são bancos comunitários

Rede Brasileira de Bancos Comunitários define os Bancos Comunitários como sendo de serviços financeiros solidários em rede, de natureza associativa e comunitária, e com objetivo voltado para a geração de trabalho e renda nas comunidades onde atuam.

Essa definição foi formulada no II Encontro da Rede Brasileira de Bancos Comunitários, realizado entre 18 e 21 de abril de 2007 em Iparana (CE).

Na perspectiva de reorganização das economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária. Seu objetivo é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes locais de produção e consumo.

Baseia-se no apoio às iniciativas da economia popular e solidária em seus diversos âmbitos, como: de pequenos empreendimentos produtivos, de prestação de serviços, de apoio à comercialização e o vasto campo das pequenas economias populares.

Principais Características

    • A própria comunidade decide criar o banco, tornando-se sua gestora e proprietária;
    • Atua sempre com duas linhas de crédito: uma em reais e outra em moeda social circulante local
    • Suas linhas de crédito estimulam a criação de uma rede local de produção e consumo, promovendo o desenvolvimento endógeno do território;
    • Apoia os empreendimentos com estratégia de comercialização como: feiras, lojas solidárias, central de comercialização, etc.;
    • Atua em territórios (nos territórios locais) caracterizados pelo alto grau de exclusão e desigualdade social;
    • Volta-se para um público caracterizado pelo alto grau de vulnerabilidade social, sobretudo aqueles beneficiários de programas sociais governamentais de políticas compensatórias;
    • Funda sua sustentabilidade financeira, em curto prazo, na obtenção de subsídios justificados pela utilidade social de suas práticas. Fonte: https://www.socioeco.org/bdf_organisme-290_en.html
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A Economia Solidária é um modelo de produção, comercialização e consumo responsável e ambientalmente seguro, baseado na: autogestão, cooperação, solidariedade, com centralidade no ser humano, sua diversidade e territórios de ação.

Todavia com o advento dos avanços tecnológicos e de comunicação e as fragilidades éticas e processos de criminalização, principalmente das maiorias minorizadas e em situação de vulnerabilidade, estabelecemos processos constantes visando o desenvolvimento de sistemas de integridade, balizados em um modelo de gestão e governança autogestionária, que garante total transparência aos nossos processos internos.

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